segunda-feira, 21 de julho de 2014

sexta-feira, 22 de março de 2013

O GRANDE LÍDER

Quando tocamos no assunto liderança, nos questionamos que exemplo de líder nos chamaria atenção a ponto de seguirmos seus ensinamentos e exemplos como referência para nossa própria vida. Eu tomei por exemplo um grande líder, conhecido (pelo menos nominalmente) por todos. Um líder que se fez conhecer pela simplicidade e força que escolhia e liderava sua equipe: Jesus Cristo. O estilo de liderança de Jesus enfatizava a importância da percepção em relação aos outros, sem manipulá-los. Ele nos ensinou que não poderia haver crescimento sem a verdadeira liberdade. Jesus era um líder visionário. Via em perspectiva os problemas do povo. Conseguia calcular com exatidão, a longo prazo, o efeito e o impacto de cada uma de suas decisões ou declarações. Deu a cada um de seus seguidores tarefas importantes e específicas para executarem a fim de conquistarem seu próprio desenvolvimento. Essa é uma das maiores lições de liderança de Jesus, compartilhava sua obra dando-lhes a oportunidade de crescer. Jesus não tinha um estilo de liderança condescendente ou fraco. Sabia fazer exigências daqueles a quem liderava. Escolheu e chamou as pessoas certas, pois sabia que tinham capacidade para a tarefa a qual foram designadas, mesmo quando as mesmas não acreditavam no próprio potencial. Os fez largar a vida medíocre que levavam e segui-lo em busca de um objetivo maior, único, sem usar o autoritarismo. Fez isso de forma humilde, mas convincente, de modo que as fez perceber que ele acreditava nelas e em suas potencialidades. Acreditava nas mesmas, não somente pelo que eram, mas também por aquilo que podiam tornar-se. Enquanto muitos viam o ‘pescador Pedro’, Jesus o via como o líder corajoso, forte e determinado. Ele visava nas pessoas não apenas mudanças passageiras, mas duradouras, apresentando-lhes tarefas de acordo com sua capacidade, motivando-lhes a ir além daquilo que lhes foi designado, em busca do crescimento pessoal. Como líder, Jesus também soube dirigir com o exemplo. Não é possível haver responsabilidades, sem um princípio bem definido. Um bom líder saberá exigir responsabilidades daqueles a quem lidera, quando exige de si mesmo. Jesus trazia dentro de si a característica de um líder altruísta, que colocava a si e as suas necessidades em segundo plano, em prol de um bem maior, ministrando muito além do dever, incansavelmente, com amor e eficiência. A queda de muitos líderes modernos dá-se pelo não seguimento do exemplo de liderança de Cristo, pois antes de tudo são egoístas. Em vez da liberdade eles exercem controle, em vez da preocupação em servir, preocupam-se com o status. Por fim, descrevemos também como característica, aquele líder que assume com maturidade, poder e coragem as consequências de suas atitudes. Ele realmente possui os atributos e virtudes de um líder perfeito que nunca precisou usar de força para arrastar multidões. Soube doar, dividir e como efeito, conquistar toda a equipe a quem recrutou. Fez-se um líder amado e querido a ponto de deixar livre os seus seguidores para tomar rumos diferentes. Quando perguntou aos mesmos se queriam ir embora, de prontidão responderam: “Para onde iríamos?” Analisando a conduta de Jesus, percebemos que ele não utilizou de nenhum artifício, como mandar, obrigar ou coagir a seguir e fazer aquilo que falava. No entanto, até hoje, ainda é lembrado, citado e seguido. Nunca escreveu nenhum livro, mas nenhum outro líder teve tanto escrito a seu respeito. Muitos usam seus ensinamentos até hoje como regra e prática de estilo de vida. Que líder maior causou tamanho feito que seu nascimento dividiu a história da humanidade?

quinta-feira, 7 de março de 2013

O Brasil e a Ditadura Gay

É intolerável que os ativistas LGBT achem que os direitos humanos só devem ser cumpridos em função deles. Outros grupos precisam de igual atenção. Existem assuntos que também se enquadram em minoria. Os brasileiros que estão aprisionados de maneira sub-humana em diversos países como imigrantes ilegais. A demarcação das terras dos quilombolas. O tráficos de mulheres e de órgãos. O atendimento das famílias dos autistas. Os portadores de necessidades especiais. A lei Maria da Penha para que saia apenas do papel e se faça cumprir de veras. Se sentem ameaçados porque? Se querem direitos iguais pois que respeitem o direito de um evangélico de lutar pelos necessitados, de fato necessitados! Existem milhões de crianças se drogando, se prostituindo para comer um resto de porcarias e o Brasil pára porque um determinado grupo se sente ameaçado. Tenha santa paciência! É de cansar a tolerância essa pereguição religiosa... Não entende que só queremos o bem comum? Distorcem fatos, alteram palavras, em uma sociedade mesquinha que só visa o próprio umbigo. Vivemos, e a cada dia retrocdemos para uma ditadura de valores inversos, uma ditadura que impõe respeito, mas não se dá ao respeito. Vamos olhar para onde estamos indo Brasil! Para onde estamos levando os nossos filhos? Um país onde a família é punida por querer seguir tradições "antigas" de pai, mãe, e filhos... Onde os pais não têm autoridade nenhuma para educar seus filhos, onde o professor apanha dos alunos, onde temos que conviver com a prostituição escancarada invadindo o nosso lar, onde se apoia leis que tendem a igualitar um profissional de saúde e uma profissional do sexo... será interessante sua filha crescer, se formar e ingressar na carreira de prostituta? Pois é em que trabalham nossos nobres Deputados, em leis assim, desse tipo. Daí logo em seguida a legalização do aborto, para que essas mesmas prostitutas lancem fora de maneira "legal" o fruto indesejado que vai atrapalhar sua "carreira". Como se pode ver, existem vários assuntos a tratar sobre os direitos humanos, que não envolve somente os tão excluidos LGBT. Sou evangélica, tolerante, amiga, tenhos amigos gays, prostitutas, a quem amo e respeito, mas isso não quer dizer que acho certo ou errado seu modo de viver, pois mas tenho a bíblia como minha cartilha de fé e prática. Deus ama o pecador, mas não ama o pecado. Se queremos o bem comum, com certeza temos assuntos distintos muito mais importante do que discussões rasas. Será Marcos Feliciano mais perigoso que Renan Calheiros? Fica a dica!

sábado, 19 de janeiro de 2013

I believe in angels

"Eu acredito em anjos"... um trecho de uma música do grupo ABBA que sempre me chamou atenção nunca esteve tão macante em minha vida como hoje. Muita gente não acredita que anjos existam. Há quem diga que anjos são aqueles que Deus coloca em nosso caminho para nos fazer feliz. Outros acreditam que são seres divinos que estão ao nosso lado a serviço de Deus, para nos proteger. Eu, particularmente, acredito nas duas versões... e ainda mais: Acredito que anjos se mostram no momento propício e se fazem conhecer. Tayrone e Talia conheceram o anjo deles ontem. Um pequeno anjo de apenas 13 anos que fez algo que muitos profissionais não fariam: deu a vida pelo que acreditava. Incubiu-se da tarefa, por vezes fadigante, de cuidar de 2 crianças. Seu pai, por vezes, tentou dissuadí-la em vão, tentando convencê-la de que seria um trabalho por demais pesado para ela. Mal sabia ele o quanto pesaria aquele ofício tão mal pago em seu primeiro dia. Trabalhou apenas um dia e como uma profissional competente cuidou, alimentou e protegeu do perigo aqueles a quem se incubiu de cuidar... protegeu bem demais por sinal, pois ao perceber o perigo, protegeu com o próprio corpo, mesmo pequeno, a vida daquelas crianças. O esforço não foi em vão. Tayrone e Aila certamente sobreviverão ouvindo e contando a história da menina que salvou-lhe a vida até que a mesma caia no esquecimento... Um ato de horoísmo que ceifou-lhe a vida, mas nos deixou uma lição de tudo que fizermos, façamos bem feito, com competência até o fim. Foi assim que esse anjo fez. Sim, "Eu acredito em Anjos". E deixo aqui minha homenagem a este anjo a quem chamamos de Júlia Gonçalves Damaceno. Que sua morte, como tantas, não tenha sido em vão. Que ela faça o olhar de autoridades se voltarem para o descaso que existe nessas áreas de risco e que, ano após ano, deixam órfãos ou dizimam famílias inteiras... Sim Júlia: que não tenha sido em vão seu ato de bravura! Temos certeza que lá na glória sua asas se misturaram a muitas outras num farfalhar de vôos que demonstram a sensação de dever cumprido. Durma em paz querida!
By Eliete Magalhães (texto criado originalmente em 16/01/2013)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

UM DEUS DESCARTÁVEL



“Deus não tem nada a ver com isso.”
Um bordão repetido de forma arrogante quando o assunto lhe favorece.
É fácil se dizer que Deus não tem nada a ver com isso, quando queremos fazer algo que nossa consciência nos prega a peça de, lá no fundo, nos assombrar.
Sabe, certa vez ouvi alguém a falar: Onde Deus está quando milhares morrem em um desabamento? Onde Deus está quando uma certa enchente destrói moradias e arrrasa com lavouras? Porque Deus não faz nada se é Todo Poderoso? Nessas horas, esse mesmo Deus descartável tem tudo a ver com isso!
É incrível, como o ser humano tem a capacidade de fazer tudo perfeito, sem precisar desse Deus ditador que fala: “Não matarás”, enquanto milhões morrem. Essse Deus que diz: “Amarás a teu próximo como a ti mesmo”, e permite que tanta gente seja engodada? Mas, o mais incrível ainda é que este ser ‘absoluto, auto suficiente, arrogante’ (aqui não estou falando de Deus) não percebe a inversão dos fatos: Se é para matar fetos, Deus é deixado de fora e qualquer um que decida se opor contra tal feito é taxado de fanático. Se é pra resolver os problemas que a sociedade cria e se emaranha Deus é um Deus irresponsável. Se é para enganar o povo, Deus não precisa estar por perto. Afinal, o que Deus vai fazer no meio da política? Deixa Ele lá no céu mesmo, curtindo sua soberania! Se precisar visitar uma igreja evangélica para arrecadar votos, aí sim, chamamos ele, seremos o mais fiel de seus discípulos! Mas por favor Deus, vira o rosto quando eu meter a mão no bolso do trabalhador! Ah Deus! Quando eu for eleito usa teus poderes e faz uma barreira invisível naquela serra desmatada: No meu mandato não quero desabamento. Mas também não quero gastar muito em infra-estrutura!
Tenha santa paciência! Quando a chamada “Bancada Evangélica” se manifesta o povo urra em meio a ataques por medo de que? Quando eles estão lá para defender o interesse do próprio povo! Quando alguém de forma lúcida e de boa fé tem o senso de usar de educação e cordialidade com essa ‘bancada’ o pavor toma conta. Tem medo de que amiga? De uma nova ‘Caça às Bruxas’? Deveria temer o rumo que as coisas estão tomando, isso sim. Ainda bem que temos eles lá para dá uma freada em certos projetos que contaminam a humanidade. A imoralidade e a inversão de valores a banalidade e a dissimulação têm tomado conta de nosso pais. E em forma de lei.
Aí se faz como aquela criança que fecha os olhos na esperança de não ser vista fazendo algo errado e quando tropeça e cai arregala os olhos e grita pela mãe. Pois é: vamos destruir o planeta, que se algo der errado colocamos a culpa em Deus. Vamos apoiar o aborto, se algo der errado estamos debaixo da lei e clamaremos por esse mesmo Deus. Ou seja: Em meio a tantos assuntos ecos-sustentáveis Deus seria um produto reciclável? Usamos, jogamos fora e depois catamos para transformá-lo em algo útil novamente.

Ainda bem que não sou Deus, pois ô papel difícil!

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

2012

Eu queria tanto no ano que vem
Ver todo dia quem eu quero bem
Ficar de bobeira
Uma semana inteira
Curtir a família:
Mãe... Marido... Filhos... Filha!
Parentes, amigos... os entes queridos
Até o cachorro que inventei de criar...
Queria sorrir o ano inteiro
E só de alegria chegar a chorar!

Eu queria tanto no ano vindouro
Ver todos sorrindo felizes sem dor
De perdas precoces dos filhos queridos
De pais e de mães... tios... avós... avô...
Porque nesta terra de climas distintos
Muitos têm chorado...
Perdido...
Morrido...
Matado...

Eu queria tanto no ano que vem
Aprender a doar... a fazer mais o bem
Queria pedir pro Papai do céu
Estender a mão:
Abençoar nosso coração
Com mais amor pelo próximo...
Mais humildade...
Mais perdão!
Ser um irmão mais IRMÃO.

Mas o que eu queria mesmo
Era desejar pra você
O que eu desejo pra mim:
Que em 2012
O Amor seja o vínculo da perfeição
E seja a PAZ de Cristo o árbitro de nossos corações.

Que Itapipoca não venha a sentir tantas dores
E que todos os bons sonhos se realizem.
Obrigada Senhor por mais um ano que passou!
Que venha 2012 com muita PAZ e AMOR!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PALMADA AINDA EDUCA

É incrível o número de controvérsias, debates e críticas a respeito da maneira de como educamos nossos filhos. a questão é sempre a mesma. Bater ou não bater?

Ninguém nasce sabendo ser pai ou mãe. É um aprendizado contínuo que só conquistamos com a experiência ao longo dos dias e da convivência. Cada pai é um pai, cada mãe é uma mãe e cada filho é único. O que estou tentando dizer é que não existe uma cartilha pronta onde está escrito todo o bê-a-bá de como devemos educar nossos filhos.

A Sociedade nos cobra algo, que, mais tarde com certeza, irá nos jogar na cara. São os pais contra o mundo todo… A família, em especial aqueles que nunca tiveram filhos, a televisão, inimiga de dentro de casa, alguns Psicólogos, que ganham dinheiro dos pais para colocar a culpa neles… Enfim, é muito fácil se ter uma teoria!

A realidade é bem outra. Basta tomarmos por exemplo crianças cujos pais não castigam sob hipótese alguma, muitas vezes nem mesmo contrariam, e, crianças que são impostos limites e disciplina. lembremos o caso de Suzane Richtofen, nunca teve limites, quando foi barrada, não soube lidar com isso resolveu assassinar os pais

Não quero aqui defender que os pais devem dar surras e espancar seus filhos. Quero apenas passar a idéia de que a palmada ainda é uma maneira concreta de dizer “Chega! Você foi além do limite!”

Castigá-los, porém, não nos priva de dar carinho. Quando castigamos nossos pequenos, vale enxugar suas lágrimas, e o que é importante, mostrar que apesar do erro que cometeram, nós os amamos e muito!

Psicólogos do mundo inteiro defendem a tese que a criança não deve apanhar nunca, sob pena da mesma ficar com seqüelas ou traumas de alguma forma. Eu, como qualquer mãe normal da face da terra já cheguei ao ponto de dar palmadas em meus filhos – vale ressaltar que há uma grande diferença sim, entre uma palmada e um espancamento -. E nem por isso me considero uma fracassada como mãe, nem acho que estou atestando falta de controle sobre a situação. Tenho plena consciência de que, ao alertar meu filho de três anos de que ele não deve atravessar a rua sozinho e mesmo assim o mesmo insistir em correr para a rua, aplicando-lhe uma palmada fazendo-o assim compreender seu limite, irei causar bem menos traumas ou seqüelas que um atropelamento fatal, pois nem sempre estarei por perto para evitá-lo.

Por isso acho que a palmada não deseduca. Quando aplicamos um corretivo em nosso filho, deixamos bem claro que quem errou merece ser castigado. Se não impomos limites à nossos filhos é concordar que um o crime não seja punido. Esses mesmos parlamentares que defendem a não-palmada serão os mesmos que punirão os marginais que estão criando? Ou quem sabe, criando uma lei tão absurda quanto esta, mandando prender os pais que não deram palmadas em seus filhos…

Os nossos filhos são nossa responsabilidade, não do governo. Claro, que antes de aplicar-lhes um corretivo, devemos conversar com ele uma, duas, três vezes… No caso de insistência é bem natural que aplicando-lhe uma palmada ele perceberá que existem leis a quem devem obediência. E sem essa de uma luta desigual, pois não estamos competindo com ele quem tem maior autoridade, e sim, mostrando-lhes que, por amá-los não queremos que o mundo faça o que coube a nós faze-lo… Talvez no momento não, mas bem mais tarde, com certeza irão entender e nos agradecer, como agora o faço aos meus pais.

E se, não mostramos a ele até onde pode ir, com certeza, a sociedade que nos pune por “palmar-lhes”, será a mesma a nos punir por tê-lo transformado num delinqüente.